Para concorrer com a Bolívia, comércio parcela e investe em qualidade

Conquistar novos clientes e manter boa média de vendas não é tarefa fácil para os comerciantes de Corumbá, distante 444 quilômetros da Capital.

Conquistar novos clientes e manter boa média de vendas não é tarefa fácil para os comerciantes de Corumbá, distante 444 quilômetros da Capital. Tudo em razão da concorrência com o comércio de Puerto Quijarro, cidade boliviana que faz fronteira seca com o Brasil e que pratica preços bem abaixo do mercado brasileiro.

Entre os comerciantes da Rua Delamare, a principal do comércio da cidade branca, há um consenso sobre as táticas de venda para os dois tipos de clientes, os moradores da cidade e os turistas que vão até Corumbá para apreciar o Pantanal sul-mato-grossense.

Para aqueles que vivem em Corumbá e já conhecem o comércio do país vizinho, os comerciantes apostam na condição facilitada de pagamento para atrair e fidelizar a clientela. Daiana Nunes, 18 anos, é gerente de uma das lojas que comercializam acessórios e sapatos e afirma que o caminho é parcelar.