Paz na Copa e sempre, por Paiva Netto

Fazemos votos de que esta querida nação alcance a vitória almejada nos gramados e em todos os outros campos

A partir de quinta-feira, 12/6, chefes de Estado, imprensa mundial e mais de um bilhão de torcedores voltarão seus olhos para o Brasil. Após 64 anos, aliás, tempo de existência da brasileiríssima Legião da Boa Vontade (LBV), nosso país novamente sedia a Copa do Mundo.

Fazemos votos de que esta querida nação alcance a vitória almejada nos gramados e em todos os outros campos, no enfrentamento das batalhas diárias em prol da melhor qualidade de vida para os cidadãos.

Que o entusiasmo da torcida, dos jogadores, da comissão técnica, dos dirigentes de nossa Seleção, enfim, a vibração e a Fé também se multipliquem em ações pragmáticas no aprimoramento de todas as classes sociais. Contudo, entendemos que a violência jamais será metodologia eficiente para se conquistar qualquer objetivo, por mais justo que seja.

Há 100 anos, durante a fatídica 1ª Grande Guerra, o futebol ganhou significativo espaço para a Paz no Natal de 1914. Oportuna trégua permitiu que uma partida fosse jogada entre inimigos à época. Esse episódio, ocorrido em Ypres, na Bélgica, expressa muita coisa! Embora tenha sido um fato isolado naquela ocasião, em que abundante sangue se derramava em nome da insensatez humana, ele nos demonstra que a Paz definitiva não é utopia. Depende de nós! Por isso, há décadas defendo: o esporte sempre será melhor que as sangrentas guerras, que deixam como herança viúvas e órfãos.