Funasa espera há um ano por projeto da Prefeitura para implantação de rede de água no Terra Solidária

Desde o ano passado está disponível o recurso de R$ 500 mil, alocado por meio de emenda parlamentar da deputada Tereza Cristina (DEM).

Superintendência Regional da Funasa - Foto: Reprodução/Google Maps

A Superintendência Regional da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) espera há mais de um ano, desde janeiro de 2017, que a Prefeitura encaminhe o projeto de implantação de 10 quilômetros de rede de água e 64 ligações, uma reivindicação de 10 anos das famílias que moram no Assentamento Terra Solidária. Desde o ano passado está disponível o recurso de R$ 500 mil, alocado por meio de emenda parlamentar da deputada Tereza Cristina (DEM).

O presidente da Associação dos Assentados, Wilson Silva, esteve na semana passada em Campo Grande, para cobrar explicações da Funasa sobre o porquê da rede de água ainda não ter sido instalada. Além da falta de documentos, os técnicos da Fundação informaram que a Prefeitura apresentou um projeto orçado em R$ 637 mil, uma diferença de R$ 137 mil sobre o valor assegurado.

A solução seria o município aumentar sua participação financeira de R$ 10 mil para R$ 137 mil no custeio do projeto. Ao longo de 2017 a administração municipal não deu uma solução para o problema. Uma das alternativas é a Prefeitura licitar a obra no custo de R$ 510 mil e oferecer a empreiteira a retroescavadeira para reduzir o custo.

Há mais de 10 anos a Funasa perfurou um poço artesiano no Terra Solidária com 250 metros de profundidade e vazão de 60 mil litros de água por hora, com a bomba instalada a 47 metros. Muitos moradores furaram os poços caseiros, quem não conseguiu, se abastece no córrego que corta o assentamento.