Reinaldo diz que não se intimida com pesquisas e admite até aliança com PMDB

Azambuja diz ter delegado à direção do PSDB, a missão de conduzir as negociações que não excluem nem o mesmo o PMDB.

Azambuja diz ter delegado à direção do PSDB, a missão de conduzir as negociações que não excluem nem o mesmo o PMDB. - Foto: Paula Lúcia/Região News

O governador Reinaldo Azambuja não parece preocupado com os resultados das pesquisas de intenção de voto que o colocam em empate técnico com outros dois pré-candidatos ao Governo, o juiz aposentado, Odilon de Oliveira (PDT) e o ex-governador André Puccinelli (PMDB). “Se dependesse de pesquisa, eu não seria governador. Em 2014, os resultados das pesquisas nunca me favoreceram. É apenas uma fotografia do momento, mas a verdade pesquisa é a da urna”, destaca Reinaldo, em entrevista ao Região News.

Azambuja diz ter delegado à direção do PSDB, a missão de conduzir as negociações que não excluem nem o mesmo o PMDB, um dos seus potenciais adversários. “Política não se faz sozinho”, sintetiza.

No seu discurso evitou críticas aos possíveis rivais nas urnas, mas não deixou de disparar alguns petardados com endereço certo. Criticou por exemplo, os gestores que constroem obras sem projetos adequados, numa alusão a pontes edificadas na gestão Puccinelli, que acabaram ruindo após chuvas mais fortes.

Alertou o eleitor para que não se iluda com os “salvadores da Pátria”, numa alusão, a postura do juiz Odilon de Oliveira, que se apresenta como único candidato de conduta imoral inatacável. “Não é porque alguns maus políticos praticaram corrupção é que vamos demonizar a atividade política”, argumenta, defendendo a punição exemplar, com cadeia, para quem tenha desviado dinheiro público.