PM prende em Sidrolândia com RG falso, foragido condenado a 17 anos por homicídio

Eduardo Carvalho, em 2006 foi condenado a 17 anos de prisão, por ter matado em 2003, uma ex-namorada.

Eduardo Carvalho de Oliveira, 35 anos, foragido do sistema penitenciário de Minas Gerais - Foto: Divulgação/PM

Uma guarnição da Polícia Militar prendeu no início da tarde de ontem em Sidrolândia, Eduardo Carvalho de Oliveira, 35 anos, foragido do sistema penitenciário de Minas Gerais. Ele morava na cidade, onde se casou e vendia sanduiche natural, assumindo a identidade de Ítalo Caixeta, com um RG falsificado emitido pelo Instituto de Identificação de Goiás.

Os policiais em ronda de rotina pela cidade por volta das 13h30 desta quarta-feira, abordaram o rapaz que dirigia um GM Prisma de placa MHT-2831, na esquina das ruas Paraná e Cuiabá. Ao perceber a aproximação da viatura ele fez uma manobra brusca no veículo e isto despertou suspeitas.

Eduardo, a verdadeira identidade do rapaz, em 2006 foi condenado a 17 anos de prisão, por ter matado em 2003, uma ex-namorada, Thais Rodrigues de Oliveira e baleado Cicero Aguiar Pereira, com quem a vítima mantinha relacionamento amoroso na época do homicídio. O crime foi no dia 1º de janeiro de 2003, no pátio do posto de combustível 2.000, na Avenida Tancredo Neves, em Vazante, cidade a 500 quilômetros da capital, Belo Horizonte.

Conforme a Justiça,o denunciado agiu por motivação fútil, pois a mola propulsora do delito consistiu no fato de encontrar a ex-namorada (Thaís) em companhia da também vítima Cícero. Para a prática do crime, o denunciado usou de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas, haja vista que seguiu-as quando estas encontravam-se transitando em um veículo automotor e, ao perceber que este havia sido estacionado, aproximou-se repentinamente, efetuando os disparos de arma de fogo, impossibilitando a defesa da vítima Thaís, bem como dificultando a defesa da vítima Cícero. Da forma que o denunciado agiu, disparando vários tiros contra a vítima Thaís Rodrigues de Oliveira, com esta no interior do veículo, sentada ao lado da vítima Cícero Aguiar Pereira Cavalcante, não há dúvida que também agiu com dolo homicida, em relação a esta última, ainda que forma eventual”.