Pré-candidato do PDT, Odilon provoca rivais ao dizer que leva no primeiro turno

Juiz aposentado diz que nenhum dos adversários o assusta em eventual segundo turno das eleições para o governo.

Odilon se expõe em fotografia na CBN - Foto: Reprodução

Pré-candidato do PDT ao governo de Mato Grosso do Sul, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira aproveitou entrevista de rádio na quarta-feira (6) para provocar seus adversários na campanha eleitoral deste ano, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (MDB), dois pesos pesados da política estadual.

Líder nas pesquisas de intenções de voto na corrida palaciana, embora com pouca margem de diferença, o ex-magistrado previu ser eleito em primeiro turno em outubro. Ao ser questionado com quem imaginaria disputar eventual segundo turno, Odilon disse não ter preferência em enfrentar Reinaldo Azambuja ou André Puccinelli, mas arriscou um palpite, prevendo vitória já em 7 de outubro.

“Não dar para adiantar (qual adversário), a gente tem uma percepção bastante grande. Eu gostaria de não adiantar essa minha percepção. Agora qualquer um (dos candidatos) não me assusta. Não sei se haverá segundo turno aqui no Estado, eu penso que não, estou convicto de que não haverá segundo turno”, previu, ao conceder entrevista à rádio CBN, na Capital.

O pré-candidato pedetista justificou sua possível chance de liquidar o pleito na primeira etapa da disputa apontando o seu perfil e sua imagem perante a opinião pública.

“A minha imagem como político é uma imagem nova, eu sou conhecido como juiz federal, como magistrado”, vangloriou-se o ex-juiz, que tem feito uma pré-campanha agressiva, apontando principalmente em seu discurso o fim de políticos corruptos no poder como uma de suas principais bandeirantes desde que se aposentou e entrou no PDT para disputar as eleições para o governo do Estado.