Metade dos deputados federais de MS não se reelegeu; dois estreantes são ‘bolsonaristas’

Entre os novatos, o advogado Tio Trutis e o médico Luiz Ovando, ambos do partido do presidencial Jair Bolsonaro.

Se reelegeram os deputados Fábio Trad, Teresa Cristina, Vander Loubet e Dagoberto Nogueira. - Fotos: Reprodução/Facebook/VEJA/JD1 Notícias/Folha em Campo Grande

A representação de Mato Grosso do Sul teve uma renovação de 50%. Da atual bancada, só se reelegeram os deputados Fábio Trad, Teresa Cristina, Vander Loubet e Dagoberto Nogueira. Não conseguiram reeleição os deputados Zeca do PT (que disputou uma vaga no Senado e ficou só em 4º lugar); Eliseu Dionísio e Geraldo Resende. Luiz Henrique Mandeta não disputa reeleição. Entre os novatos, o advogado Tio Trutis e o médico Luiz Ovando, ambos do partido do presidencial Jair Bolsonaro.

A atual vice-governadora Rose Modesto, se elegeu com a maior votação - 120.901 votos, que corresponde a 9,75% do eleitorado. O segundo mais votado foi Fábio Trad (PSD), com 89.385 votos - 7,21% dos válidos. Na terceira da colocação ficou Beto Pereira (PSDB), que teve 80.500 votos (6,49%).

Tereza Cristina (DEM) garantiu a vaga com 75.068 votos (6,05%); o estreante Loester Carlos Gomes de Souza – Tio Trutis (PSL), teve 56.339 votos (4,54%); Vander Loubet se reelegeu (PT) com 56.339 votos (4,51%); outro novato é o médico, Luiz Ovando (PSL) - 50.376 votos (4,06%) e a última vaga ficou com o deputado reeleito Dagoberto Nogueira (PDT) - 40.233 votos (3,24%).