Resgatar credibilidade e fim do regime de urgência nas tramitações, prioridades do novo presidente

Carlos Henrique diz que não vai aceitar nenhuma votação imposta “goela abaixo pelo Executivo”.

Carlos Henrique diz que não vai aceitar nenhuma votação imposta “goela abaixo pelo Executivo” - Foto: Marcos Tomé/Região News

O futuro presidente da Câmara, eleito nesta sexta-feira, pretende resgatar a credibilidade do Legislativo junto à sociedade e para isto, avalia que o fim da tramitação dos projetos em regime de urgência é fundamental. Carlos Henrique diz que não vai aceitar nenhuma votação imposta “goela abaixo pelo Executivo”, afinal: os vereadores são muito bem remunerados, devem se dedicar, estudar, eventualmente, para promover alterações em todos os projetos.

Nos últimos dois anos praticamente todas as propostas tiveram trâmite relâmpago, encaminhadas minutos da abertura das sessões e submetidas a deliberação no mesmo dia. Carlos Henrique pretende promover mudança no Regimento Interno para eliminar de vez a possibilidade de qualquer ser votada em regime de urgência, urgentíssima.

Carlos Henrique, que teve sua candidatura alicerçada no apoio de um bloco de 8 vereadores, conseguiu ser eleito por 12, garantiu o apoio dos vereadores Kennedi Forgiarini e emedebistas, Carlos Tadeu e Jonas Rodrigues. Otacir Figueiredo e Jean Nazareth, se abstiveram.