Com licença de operação, aterro sanitário deve começar a receber lixo em fevereiro

Nesta terça Imasul entregou licença de operação do aterro construído na saída para Quebra Coco, às margens da MS-162.

Lixão, onde atualmente, ainda se descarta galhos resultantes da poda de árvores será fechado - Foto: Arquivo Pessoal/Elite Max

Após quase três anos de marchas e contramarchas, tramitação burocráticas das várias etapas do licenciamento ambiental, finalmente, Sidrolândia já tem um aterro sanitário em condições de receber o lixo coletado na cidade. Nesta terça-feira o Imasul (Instituto Estadual de Meio Ambiente) entregou a licença de operação do aterro construído na saída para Quebra Coco, às margens da MS-162.

Ainda nesta semana a empresa proprietária do aterro, em cumprimento ao Termo de Ajustamento de Conduta que a Prefeitura firmou em 2015 com o Ministério Público, vai fechar o lixão, onde atualmente, ainda se descarta galhos resultantes da poda de árvores.

No dia 1º de fevereiro termina o contrato que a Prefeitura firmou com a Solurb CG para descarte no seu aterro em Campo Grande, das 30 toneladas diárias de lixo coletadas na cidade pela Morhena Ambiental, A Prefeitura tem despesa uma mensal de R$ 171 mil com esta logística (descarte e transporte).

Com a entrada em operação do aterro, no mínimo terá uma economia mensal de R$ 30 mil (custo do transporte). A Solurb cobra R$ 157.70 a tonelada, há uma estimativa de que despejando o lixo no aterro na cidade, este custo fique em R$ 110,00, 30% mais barato. Neste caso, o custo mensal cairia de R$ 141.930,00 para aproximadamente R$ 100 mil, gerando no total R$ 70 mil de economia (entre descarte e transporte).