Régis esquece passado nos rivais e fala da relação de confiança com Carille

Meia de 26 anos foi emprestado pelo Bahia e fica no Timão até dezembro

Régis deu entrevista coletiva no Corinthians — - Foto: Marcelo Braga

Contratado há 15 dias, o meia Régis vestiu a camisa do Corinthians de forma oficial nesta quinta-feira no CT Joaquim Grava. Cedido pelo Bahia até dezembro, o meia de 26 chega ao Timão por um pedido particular do técnico Fábio Carille, com quem ele trabalhou no Al-Wheda, da Arábia Saudita.

Régis é o 12º reforço do clube na temporada. Em sua chegada, o jogador falou um pouco sobre a relação com o treinador. Na Arábia, a parceria não funcionou bem por um problema com sua documentação, que o impediu de jogar em partidas oficiais. Agora, no Timão, o meia espera corresponder à expectativa do treinador.

– Quando você é contratado pelo treinador, ele sabe do seu potencial. Eu acredito no meu potencial, sei o que posso construir, mas não posso trazer isso como uma pressão. Tenho que sempre melhorar para dar a resposta em campo – disse o jogador.

Revelado pelo São Paulo, o jogador passou por Paulista de Jundiaí, América-RN, Chapecoense, Sport e Palmeiras. Mas foi no Bahia que teve grande destaque entre 2016 e 2018, superando 100 jogos. A ligação com os dois rivais da capital paulista, aliás, é algo que ele pretende deixar para trás.

– Eu fiquei pouco tempo lá no Palmeiras, no São Paulo também fiquei pouco tempo. Mas jogar no Corinthians é diferente. Vestir a camisa é uma sensação que não tem como explicar. Quero corresponder a todas as expectativas que depositam sobre mim – afirmou Régis.

Veja mais trechos da entrevista coletiva:

Relação com Carille

– Quero agradecer a Deus por esse momento. Já havia um desejo de trabalhar com o professor (Carille) há um tempo. No ano passado, consegui me transferir para o Al-Wehda, mas não deu tempo de ser inscrito no campeonato e fiquei só treinando. O professor veio para cá e falou sobre o desejo de contar comigo. Não pensei duas vezes em voltar ao Brasil e trabalhar com ele.

Disputa com Jadson e Sornoza

– São dois grandes jogadores. O Jadson é um jogador que não tem o que falar, pela história dele no futebol. Venho para fazer o meu trabalho bem-feito, o que o professor me pedir, para ajudar a equipe e conquistar meu espaço.

Chegada ao Corinthians

– Estou muito feliz de estar vestindo essa camisa de tanta história, sei da pressão que é jogar no Corinthians. Já joguei contra, sei que a torcida não para um minuto. Estou muito feliz, motivado, quero aproveitar a oportunidade para conquistar meu espaço, ganhar títulos e ser muito feliz aqui.

Gols contra o Palmeiras

– Pedido sempre tem, para fazer gols, grandes atuações, vencer. Fico feliz e motivado para fazer o meu melhor quando jogar contra.

Longa inatividade

– Nesse tempo eu só treinei e fiz amistosos. Voltei em janeiro para o Brasil e peguei um fisioterapeuta, um personal e um nutricionista nesse período em que fiquei parado. Chego bem, para ficar disponível o quanto antes.