Rio Pardo Proteína Vegetal investe quase R$ 2 milhões na compra de uma nova caldeira

Estão sendo investidos aproximadamente R$ 2 mi nos novos equipamentos que vão ampliar de 7 para 18 toneladas a capacidade de produção de vapor.

Rio Pardo Proteína Vegetal, indústria esmagadora dedicada à produção de concentrado de soja - Foto: Marcos Tomé/Região News

Ainda nesta semana deve chegar a Sidrolândia e começa a ser instalada a nova caldeira da Rio Pardo Proteína Vegetal, indústria esmagadora dedicada à produção de concentrado de soja, que gera 70 empregos diretos. O concentrado é exportado para diversos países da América do Sul e Central, com destaque para o Chile, onde é usado para preparar a ração usada na alimentação do salmão. Estão sendo investidos aproximadamente R$ 2 milhões nos novos equipamentos que vão ampliar de 7 para 18 toneladas a capacidade de produção de vapor.

Segundo técnicos da empresa, junto com a nova caldeira, que deve começar a funcionar até o final do mês, houve aquisição de uma grelha móvel e de uma fornalha. Esta estrutura vai preparar a indústria para expandir sua produção atual de 200 toneladas diárias de concentrado para 1.200 toneladas, numa projeção de médio e longo prazo.

A Rio Pardo, inaugurada em 2012, desenvolveu uma tecnologia que garante a produção de um concentrado proteico de soja (usado na fabricação de ração) com 60% de solubilidade, ante o índice de 45% dos concorrentes. Ou seja, em cada quilo de ração ingerida pelo animal, absorve 600 gramas de proteínas, ante os 450 gramas dos concentrados convencionais.