Sidrolândia será mostrada como referência no tratamento do lixo no Jornal Nacional

Só outras quatro cidades de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Três Lagoa, Água Clara s e Dourados tem um aterro sanitário licenciado.

Destinação das 10 toneladas de lixo coletadas em Sidrolândia será mostrada em reportagem do Jornal Nacional - Foto: Divulgação

A adequada destinação das 40 toneladas de lixo coletadas em Sidrolândia será mostrada em reportagem do Jornal Nacional da Rede Globo. Só outras cinco   cidades de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Água Clara ,Três Lagoas, Dourados e Chapadão do Sul tem aterros sanitários licenciados, ao invés de lixões.

Em funcionamento desde fevereiro, o aterro sanitário teve um investimento de R$ 2,3 milhões. A Prefeitura fechou contrato com a empresa Elite Max Ambiental que cobra R$ 142,50 por tonelada de lixo que receber.

Com o funcionamento do aterro, a Prefeitura passou a ter uma economia mensal de R$ 42.768,00, sendo R$ 30 mil porque não vai gastar com o transporte do resíduo até Campo Grande.

O custo do descarte ficou 9,63%, mais barato, uma economia de R$ 12.768,00 por mês, passando de R$ 132.468,00 para R$ 119.700,00. É que na Capital a Solurb, dona do aterro, cobra R$ 157,70 por tonelada de lixo que recebe, quando em Sidrolândia o preço foi fixado em R$ 142,50.

A Elite Max Ambiental, operadora do aterro, iniciou a construção de um galpão de 900 metros quadrados e está em negociação para comprar uma esteira de 25 metros onde será feita a separação e posterior classificação do reciclável, que também será coletado pela Morhena Ambiental, a mesmo empresa responsável pela coleta do lixo úmido. O contrato ainda não foi assinado e prevê um custo mensal de R$ 29.420,34.