Sidrolândia chega na semana do dia “D” da campanha com 400 pessoas vacinadas

No sábado dia D da campanha, os postos vão funcionar das 8 horas até às 17 para atender a população.

Em terceiro lugar aparece com 4,45% de cobertura vacinal, os idosos, com aplicação de 165 doses de um universo de 3.707 que devem ser atendidos. - Foto: Divulgação

A julgar pelos dados parciais disponíveis no site do Ministério da Saúde, em Sidrolândia, só foram aplicadas 400 doses da vacina contra a Influenza (gripe) disponível nos postos desde o último dia 10, quando começou a campanha nacional de vacinação.

No sábado, dia 4 de maio, está programado o Dia D: Dia de Mobilização Nacional, quando os postos vão funcionar para atender a população das 8 horas da manhã até às 17 horas. Ano passado a cidade ficou abaixo da meta (90% do público-alvo), tendo vacinado 81,13%, aplicado vacinas 8.053 pessoas, quando o objetivo era atender 9.926 pessoas.

Conforme os dados do portal do Ministério, de um público de 11.044 pessoas, até agora só 3,62% foram aos postos para se imunizar. As grávidas, em termos de cobertura vacinal, aparecem em primeiro lugar, 7,09%, 35 das 498 previstas, estiveram nos postos. As crianças, entre seis meses e menos de seis anos, é o grupo com segundo maior comparecimento, 6,10% do total previsto.

Até agora receberam a vacina 239 pessoas desta faixa etária, de um total de 3.918 aguardadas. Em seguida aparece com 4,45% de cobertura vacinal, os idosos, com aplicação de 165 doses de um universo de 3.707 que devem ser atendidos.

Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Superintendência Geral de Vigilância em Saúde, realiza a 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (Gripe) de 10 de abril até 31 de maio, sendo o dia 4 de maio o “Dia D: Dia de Mobilização Nacional”. Em Mato Grosso do Sul o público alvo é formado por 795 mil pessoas e a meta é atingir 90% do público alvo.

Em 2018, Mato Grosso do Sul atingiu 92,68% de cobertura vacinal, com 573.562 pessoas vacinadas. No Brasil foram vacinados 90,87% do público alvo. Foto: Erick Pinheiro

Nesta campanha, além de pessoas com 60 anos ou mais de idade, também estão sendo vacinadas as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis para a vacinação. Visando ampliar o acesso à vacinação dos grupos mais vulneráveis, neste ano as crianças menores de 6 anos de idade também serão vacinadas (até o ano de 2018 a vacina era disponibilizada para as crianças menores de 5 anos de idade).

As estratégias de vacinação no Brasil, conforme o Ministério da Saúde, são decisões respaldas em bases técnicas, científicas e logísticas, evidência epidemiológica, eficácia e segurança do produto. As campanhas têm contribuído na redução da mortalidade em indivíduos portadores de doenças crônicas, tais como doença cardiovascular, acidente vascular cerebral (AVC), doenças renais, diabetes, pneumonias e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), dentre outras.

A influenza, popularmente conhecida como gripe, é uma doença respiratória infecciosa, de origem viral, que pode levar ao agravamento e até ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção. Entre as possíveis condições de risco para a ocorrência de complicações por influenza, a presença de pelo menos uma comorbidade é a mais frequente entre os acometidos.