Após 20 dias de campanha, em Sidrolândia 25,84% do público-alvo tomou vacina

Os dois grupos mais numerosos (idosos e crianças de seis meses a menos de 6 anos) se aproximam dos 30% de cobertura.

Os dois grupos mais numerosos (idosos e crianças de seis meses a menos de 6 anos) se aproximam dos 30% de cobertura. - Foto: Reprodução

Sidrolândia conseguiu atingir em 20 dias de campanha, iniciada no último 10, 25,84% do público-alvo escolhido pelo Ministério da Saúde para receber a vacina contra influenza já tomou a vacina. Conforme dados divulgados ontem pela Secretaria Municipal da Saúde, até agora 2.851 pessoas (de um total de 11.044 previstas falta ainda aplicar 8.190 doses) estão imunizadas e a expectativa é que este índice de cobertura aumente ao final desta semana, já que no sábado está programado o dia “D” de mobilização, quando todos os postos da área urbana estarão abertos. A campanha vai até 31 de maio.

Os dois grupos mais numerosos (idosos e crianças de seis meses a menos de 6 anos) se aproximam dos 30% de cobertura. Dos 3.707 moradores com mais de 60 anos, até agora 30,29%, 1.123 pessoas, receberam a vacina. Entre as crianças 27,80% estão imunizadas, somando 1.091 doses aplicadas, do total previsto, que é de 3.918.

De 495 gestantes, 131 (26,46%) já compareceram aos postos e 29 das 81 puérperas (26.46%). Foram aplicadas ainda 157 vacinas em trabalhadores da saúde (21,10% de um contingente de 21,10%); 287 pessoas com comorbidades (doenças crônicas) se imunizaram. Falta contabilizar o número de vacinados entre os 2.100 indígenas.

Neste ano, também, gestantes e crianças poderão atualizar as demais vacinas previstas na Caderneta de Vacinação. “Nós precisamos entender que a vacina é um direito das crianças e um dever dos seus responsáveis, que somos todos nós, pais, mães, avós, tias, professores e profissionais de saúde. Não podemos deixar de perguntar se uma criança está com o Calendário de Vacinação em dia. Em alguns lugares do país, é exigido que a Caderneta de Vacinação esteja em dia para que seja confirmada a matrícula da criança e do adolescente”, destacou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Ele informou que a pasta vai levar uma proposta ao Congresso Nacional para estender essa exigência a todo o país.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários. A escolha dos grupos que receberão a vacina segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é baseada em estudos epidemiológicos e no comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. Por isso, são priorizadas as populações com maior chance de complicações e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave.