Waldemar diz que com suplementação, Câmara tem legitimidade para cobrar mais eficiência do Executivo

Vereador avalia que com a aprovação do projeto a Câmara volta a ter legitimidade para cobrar medidas do prefeito.

Vereador Waldemar Acosta afirma que Câmara tem legitimidade para cobrar mais eficiência do Executivo - Foto: Vanderi Tomé/Região News

O vereador Waldemar Acosta (PDT) avalia que com a aprovação do projeto que autoriza o Executivo suplementar o orçamento em 35%, a Câmara volta a ter legitimidade para cobrar do prefeito Marcelo Ascoli em termos de desempenho administrativo.

“Com certeza agora vamos cobrar com mais ênfase a conclusão das obras da Escola Porfiria. A entrega da Praça do Morada da Serra, o pagamento em dia das subvenções, o suprimento de medicamentos nos postos terá que melhorar. Perdeu sentido o discurso de que o problema era falta de dotação, porque há dinheiro em caixa. Não vai colar mais a conversa de que isto ou aquilo não é feito por culpa da Câmara”.

“Não há vencidos, nem vencedores. O prefeito obteve o que queria em termos de orçamento e a Câmara, assegurou a aprovação da mudança no plano de cargos e salários dos seus servidores. Este pé de guerra que se estabeleceu não era bom pra ninguém”, avalia Waldemar. O pedetista sempre foi contrário à postura das comissões de Orçamento e de Legalidade e Finanças, que obstruíram por mais de um mês a emissão de parecer sobre o projeto.  

Waldemar está convencido de que o problema da atual gestão não é falta de suplementação, mas é resultado da ineficiência. “A equipe responsável pela elaboração do orçamento, no mínimo foi descuidada na hora de fazer suas projeções, no caso por exemplo da infraestrutura que exigiu uma suplementação superior a R$ 2 milhões na dotação. A pavimentação do Sol Nascente, é um projeto antigo, a do asfalto comunitário no Jardim das Paineiras, foi licitada em setembro, era perfeitamente previsível que seria preciso reservar uma dotação para concluir essas frentes. O mesmo vale para a Praça do Morada da Serra, construção que se arrasta há mais de três anos”.