Com sinalização, empreiteira conclui prolongamento da Antero iniciado há 33 meses

É a última etapa de uma obra, 576 metros de pavimentação, que se arrastou por 33 meses (iniciada em 2016).

Equipes da Construterra estão fazendo as faixas de sinalização no prolongamento da Avenida Antero Lemos, com a Avenida Aroeira - Foto: Vanderi Tomé/Região News

Equipes da Construterra, empreiteira responsável pela obra, estão fazendo as faixas de sinalização no prolongamento da Avenida Antero Lemos, entre a Rua Ponta Porã e a Avenida Aroeira, no Bairro Pé de Cedro. É a última etapa de uma obra, 576 metros de pavimentação, que se arrastou por 33 meses (iniciada em novembro de 2016), teve duas licitações, ficou paralisada por várias vezes, a última delas entre 1º de janeiro e o último dia 1º de junho.

Com o término da obra, será alterado ao acesso (para urgência e emergência) das ambulâncias do SAMU. No cruzamento com a Rua Ponta Porã, a preferencial continua para quem está na via.

Em fevereiro a empreiteira parou a obra, com 95% do serviço executado, porque só havia recebido uma da medição do valor total de R$ 815.701,20. O serviço foi retomado no início do mês para o plantio de grama. A Construterra venceu a licitação com orçamento de R$ 815.701,20, redução de 10,85%, sobre o preço inicial de referência, R$ 914.976,11.

A licitação foi lançada em 31 de julho do ano passado, quatro meses após a rescisão do contrato com a primeira empreiteira (a Gabriel e Filhos) da obra. São 8.0724,23 metros quadrados de asfalto, o que equivale a 1,153 quilômetro divididos em duas pistas (576 metros).

A obra começou em novembro de 2016 e se arrastou até agosto do ano passado, quando foi interrompida por falta do cascalho necessário para a terraplanagem e revestimento primário que precede o asfalto. Em julho de 2016 a Agência Estadual de Gestão e Empreendimentos (Agesul) paralisou por 120 dias as obras para uma reprogramação da planilha, já que não havia material de revestimento primário (cascalho) num raio de 5 km.

Também foi preciso reprogramar o projeto porque a drenagem existente está comprometida e foi preciso refazê-la. Em janeiro foi feita a pavimentação com o uso de 100 toneladas de massa asfáltica. A obra estava parada desde agosto de 2017, foi retomada em 11 de outubro do ano passado.