Após 5 dias de paralisação, caminhoneiros teriam quase R$ 300 mil para receber de ressarcimento

Segundo um dos líderes do grupo, pela legislação o tempo máximo de espera para retirada da carga é de 5 horas.

41 caminhoneiros que há cinco dias não aceitam descarregar a carga de milho na Cargill - Foto: Vanderi Tomé/Região News

Os 41 caminhoneiros que há cinco dias não aceitam descarregar a carga de milho, sem que recebam da Cargill uma compensação financeira pelos dias parados em frente do complexo de armazenagem da empresa, tem aproximadamente R$ 300 mil em ressarcimento por este período no qual não conseguiram aumentar o faturamento fazendo novas viagens.

Segundo um dos líderes do grupo, Márcio Silva, pela legislação o tempo máximo de espera para retirada da carga é de 5 horas. Vencido este prazo, o motorista teria direito a R$ 1,60 por tonelada de carga, o que corresponde a R$ 1.420,00 por dia, tendo como base um caminhão carregado com 37 toneladas.

De acordo com Márcio, há pelo menos 40 dias o processo de descarga na Cargill tem sido demorado, começou com dois dias de espera, até chegar na situação atual de praticamente uma semana. Com isto, o caminhoneiro deixa de faturar até R$ 14 mil fazendo várias viagens, tem o ganho reduzido a R$ 800,00, o correspondente a uma viagem semanal.

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Publicado por Regiao News em Terça-feira, 23 de julho de 2019