Jovem que participou de tentativa de assalto ao Sicredi morre em troca de tiros com a Polícia

O plano dos bandidos era manter a advogada no cativeiro até conseguirem entrar na Bolívia com a caminhonete Toyota RAV4.

Armas apreendidas que estavam sendo usadas - Foto: Midiamax

O jovem Abrão Ferrarezi, que completaria 18 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira em troca de tiros com policiais do Batalhão de Operações Especiais da PM, a tropa de elite da Polícia Militar. Ele junto com outro jovem de 17 anos e Michael Alves Moraes, 18 anos, no último dia 22 estiveram envolvidos numa tentativa de assalto a agência do Sicredi, abortada pela PM.

Na mesma ação morreu David Vitor Mendes, de 21 anos, que junto com Abraão, vigiavam uma advogada mantida refém numa casa feita de cativeiro na região do Indubrasil. Comparsas da dupla abordaram e renderam a advogada em frente de um restaurante no centro de Campo Grande. O plano dos bandidos era manter a advogada no cativeiro até conseguirem entrar na Bolívia com a caminhonete Toyota RAV4.

Abraão e David receberiam R$ 3 mil para fazerem a vigilância da advogada enquanto a mantinham em cativeiro. A advogada feita refém é prima de um policial civil que trabalha em Sidrolândia e o marido dela, um médico, atende na cidade.