Com R$ 1,3 bilhão, agronegócio de Sidrolândia tem o 20º maior faturamento do País

A agricultura sidrolandense ficou em segundo lugar no ranking estadual, a 20ª posição no plano estadual.

A agricultura sidrolandense ficou em segundo lugar no ranking estadual, a 20ª posição no plano estadual. - Foto: Marcos Tomé/Região News

Os produtores rurais de Sidrolândia registraram em 2018 um faturamento bruto superior a R$ 1,3 bilhão (R$ 1.328.458,00), crescimento de 39% sobre o resultado de 2017 com a comercialização da produção colhida em 402.588 hectares.

A agricultura sidrolandense ficou em segundo lugar no ranking estadual, a 20ª posição no plano estadual. O município só é superado por Maracaju (12ª colocado em nível nacional) que garantiu uma receita de R$ 1,8 bilhão (R$ 1.856.156,00), resultando da produção colhida em 559.383 hectares. Ponta Porã tem maior área colhida (426.921 hectares) que Sidrolândia, mas o faturamento da cidade fronteiriça, R$ 1.253.049,00, é menor que o sidrolandense.

Mato Grosso do Sul tem outros 13 municípios na lista dos cem maiores no quesito produção agrícola. Ponta Porã (21º), Rio Brilhante (22º), Dourados (24º), Costa Rica (33º), São Gabriel do Oeste (54º), Chapadão do Sul (56º), Caarapó (67º), Laguna Carapã (71º), Aral Moreira (74º), Naviraí (77º), Nova Alvorada do Sul (80º) e Itaporã (96º).

No recorte por Estados, São Paulo tem maior valor da produção, com 15,5% de participação nacional. Seguido de Mato Grosso (14,6%), Paraná (12%), Rio Grande do Sul (11,4%), Minas Gerais (10,2%), Goiás (7,5%), Bahia (5,7%) e Mato Grosso do Sul (5,6%).

Seca – O levantamento do IBGE retrata o impacto da seca na produção de milho. Em Mato Grosso do Sul, a perda foi de 24,3%. As condições climáticas adversas causaram perdas de produção no Rio Grande do Sul (-24,8%), Paraná (-27,3%), Mato Grosso (-12,6%) e Goiás (-10,6%).

Cenário nacional - Após cair em 2017, o valor da produção agrícola do País cresceu 8,3% em 2018, chegando a R$ 343,5 bilhões e atingindo novo recorde na série histórica iniciada em 1974. A alta foi puxada, principalmente, por soja, algodão e café.