Presidente da Câmara cobra explicações de Sindicato sobre ‘vale’ dos servidores

A maioria dos estabelecimentos não está aceitando vender para os servidores com os

Presidente da Câmara, Carlos Henrique durante sessão desta terça-feira. - Foto: Assessoria de Imprensa

O presidente da Câmara, Carlos Henrique encaminhou oficio ao Sindicato Municipal dos Servidores Públicos cobrando explicações sobre o rompimento do convênio firmado entre os comerciantes e o sindicato. A maioria dos estabelecimentos não está aceitando vender para os servidores com os "vales" emitidos pela entidade.

Durante a sessão desta terça-feira (29), Carlos Henrique comentou sobre o fato e afirmou que se as explicações não forem convincentes, será aberta uma comissão, para investigar as contas e as ações do presidente do Sindicato, Idemar Aquino.

“Enviamos um oficio ao representante ao presidente Idemar, e, estamos esperando dele a resposta com relação a esse triste fato que está estampado nos jornais eletrônicos de nossa cidade. Esperamos que seja apenas um boato de má fé mais, se as informações se concretizarem, e, a resposta que nos for dada não for contundente, incisiva, esclarecedora e, embasada em documentos, essa Câmara e esse presidente não se furtarão de nenhuma forma em buscar os meios legais para elucidar esse triste fato”, relata Carlos Henrique.

Prosseguindo: “Onde tiver dinheiro público envolvido, dinheiro do povo! Seja esse lugar onde for, ele está sim, sujeito constitucionalmente ao alcance da fiscalização desta Câmara e, o sindicato municipal dos nossos servidores públicos não é, e não será exceção à essa regra. O vale do sindicato é um benefício que remonta de anos, praticamente todos os estabelecimentos desta cidade aceitavam esse vale e os funcionários podiam contar com esse crédito que muitas das vezes, servia de socorro financeiro até a chegada do pagamento no final do mês”, comenta.

“Os vereadores querem saber por que se chegou a esse ponto e do porquê, que esses estabelecimentos romperam de forma muito severa essa parceria que perdurou por anos e sempre deu certo. Estamos ansiosos por essa resposta e se ela não nos convencer, já está cogitada sim, a hipótese de abrirmos uma comissão formada pelos parlamentares desta Casa de Leis para investigar não só as contas como também, todos os atos administrativos do Presidente do Sindicato”, finaliza.