Milícia tinha plano para matar delegado e promotor

Documentos e escutas de presídio foram interceptadas.

Gaeco na Rua 13 de junho, em Campo Grande - - Foto: Bruno Rezende

A segunda fase da Operação Omertà deflagrou a existência de um segundo plano para matar o delegado de polícia do Garras Fábio Peró e agora também um promotor de Justiça e outras autoridades de Mato Grosso do Sul. Conversas de presos com advogados, no presídio de Mossoró (RN), foram interceptadas e documentos apreendidos que constavam ordens para que pessoas específicas contratassem outras para efetuar o plano.

Pedaços de papéis foram apreendidos e escutas foram utilizadas para desarticular o planejamento.

O Gaeco está nas ruas, na manhã desta terça-feira (17), cumprindo 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande, Sidrolândia, Aquidauana, Rio Verde e João Pessoa (PB). Na Capital, um dos endereços da operação é na Rua 14 de Junho.

O promotor que estava sendo jurado de morte estava envolvido no caso do guarda municipal Marcelo Rios.  

Em outubro de 2019, arsenal de guerra foi encontrado em uma residência localizada no bairro Monte Líbano. Rios também foi detido no local. Fato que trouxe à tona a milícia coordenada pelos empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, ambos presos no presídio de Mossoró.