Assistência Social aborda pessoas que moram na rua para protegê-las do Covid-19

Casos mais complicados são enviados para a Casa de Passagem, onde o morador de rua pode ficar hospedado por até sete dias.

Moradores expostos ao Covid-19 - Foto: Divulgação

As pessoas que vivem nas ruas estão expostas diretamente ao coronavírus, por não terem onde se proteger da pandemia que se espalha pelas cidades do mundo. Como a principal defesa contra o Covid-19, até o momento, é ficando em casa, as autoridades têm se preocupado cada vez mais com esta parcela da sociedade.

Buscando amenizar o impacto da incidências nestas pessoas, profissionais da Assistência Social de Sidrolândia vêm fazendo abordagens com informações sobre as políticas públicas disponíveis no município para abrigar quem não tem um teto para morar.

De acordo com a diretora de Assistência Social, Gisa Souza, foi informado para as pessoas que moram na rua que na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) tem disponível local para banho, roupas limpas, passagens para outros municípios, além de serem realizados acompanhamentos gradativos com a equipe técnica e encaminhamentos para outros dispositivos da rede socioassistencial.

Durante as abordagens, quando as equipes de rua se deparam com pessoas com necessidade do serviço de Casa de Passagem, elas são encaminhadas para que uma equipes que atende na Alta Complexidade da SEAS, para receberem os devidos cuidados.

Na Casa de Passagem são fornecidos materiais e local para realização de higiene pessoal, roupas limpas, alimentação de qualidade, além de um local para pernoitar, podendo permanecer entre três e sete dias, conforme o Regimento Interno da Instituição. Nos dias chuvosos e frios de fim de semana acontece o acolhimento emergencial pela própria equipe que trabalha no local.