Em Sidrolândia, máscaras artesanais são produzidas por ateliês para proteção contra o Covid-19

A produção de quem produz e vende a máscara de forma artesanal chegou a 40 por dia.

Produção de máscaras - Foto: Divulgação

Por causa do número crescente de pessoas contaminadas pelo Covid-19, aumentou em escala mundial a procura por máscaras de proteção e fez com que o equipamento de segurança sumisse das prateleiras. Com a autorização do Ministério da Saúde do uso da máscara de pano, que pode ser feita artesanalmente, este passou a ser um nicho de mercado para atravessar a crise que bateu na porta de todos.

Este equipamento está sendo produzido e vendido em valores que variam entre R$ 5,00 e R$ 10,00, dependendo do tipo de material utilizada para a confecção e segundo o Ministério da Saúde para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, que são simples.

É preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face. E mais uma informação importante: ela é individual. Não pode ser dividida com ninguém. As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente.

O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e o nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais.
A artesã Alessandra Cristina Felício começou a produzir máscaras de proteção a pedido de suas clientes, que já encomendavam dela artigos para crianças, como laços, body customizados, entre outros produtos.

“Eu já tenho várias clientes para quem já fornecia roupas para crianças e eles começaram a me perguntar se eu não confeccionava máscaras de proteção, foi quando pesquisei e vi que a partir da semana passada o Ministério da Saúde autorizou o uso das máscaras caseiras, daí comecei a produzir”, disse Alessandra, que é proprietária do Ateliê Lê e Ana Artes.

Quem também vem comercializando máscaras em Sidrolândia é Faustino Arevalos Larrosa, mais conhecido como Fausto, que vende a produção de sua sogra que é autônoma e que mora em Campo Grande. “Ela produz e eu vendo para ajudar ela, é uma forma de aumentar a renda nesta crise”, falou.

Quem precisa comprar uma máscara artesanal pode entrar em contato direto com os fabricantes citados na matéria:
- Ateliê Lê e Ana – 9 9647-0273
- Fausto: 9 9650-4123 ou 9 9961-3841 diretamente com Silvilene de Oliveira Saraiva Braga.