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Prefeitura contesta vereador, nega inchaço e mostra redução de 4,11% dos gastos com pessoal

Em janeiro os gastos com pessoal do primeiro mês da atual gestão caíram 4,99% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Redação/Região News

23 de Março de 2025 - 18:21

Prefeitura contesta vereador, nega inchaço e mostra redução de 4,11% dos gastos com pessoal
Prefeito Rodrigo Basso. Foto: Divulgação

Nos dois primeiros meses de gestão, o prefeito Rodrigo Basso reduziu o número de funcionários e mesmo com o reajuste de 6,29% concedido em janeiro aos professores concursados, os gastos com pessoal caíram em 4,11% em relação ao 1⁰ bimestre de 2024.

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Parte desta economia foi alcançada com o adiamento do início do ano letivo que começou em 10 de março, três semanas depois da volta às aulas ano passado (21 de fevereiro). A folha de fevereiro está desidratada de aproximadamente 600 servidores contratados da educação que só começaram a trabalhar no início de março.

Pelo menos é que mostra o relatório de gestão fiscal da Secretaria de Fazenda relativo aos meses de janeiro e fevereiro contrariando a avaliação do vereador Cledinaldo Cotócio. Em pronunciamento da tribuna da Câmara na última sessão do Legislativo, Cotócio sugeriu ao prefeito que revisse a autonomia concedida aos secretários porque alguns deles estariam criando super salário, concedendo gratificações, gerando inchaço da folha de pagamento.

Pelos números da Fazenda, os gastos líquidos com pessoal (excluindo encargos com a previdência, descontos de consignados), no acumulado janeiro/fevereiro, a folha de pagamento foi de R$ 22.951.629, 73 ante o montante de R$ 23.936.377,18 de igual período de 2024, uma redução de quase R$ 1 milhão (R$ 984,7 mil).

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Em janeiro os gastos com pessoal do primeiro mês da atual gestão caíram 4,99% em comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 10,3 milhões, em 2024 foram R$ 10,9 milhões). A economia modesta, já que a Prefeitura tinha 256 servidores a menos (de 2.132 para 1.876), os técnicos da Secretaria de Fazenda atribuem ao impacto gerado por compromissos financeiros herdados da gestão passada, a rescisão de 140 comissionados que não foram exonerados ano passado (R$ 836.819,84) e a produtividade dos fiscais tributários (R$ 237.435,35).

A folha do mês passado caiu mais de R$ 1 milhão na comparação com fevereiro do ano passado. A redução foi de 8,81%, de R$ 12 milhões para R$ 10,9 milhões.

Haviam 2.151 funcionários na folha, redução de 623 sobre os 2.774 do mesmo mês de 2024.''

Como mês passado não teve aula, na Educação só haviam 815 servidores (708 concursados e 107 contratados). Em fevereiro de 2024, haviam 1.362 servidores (728 efetivos e 634 contratados). O secretário de Educação Villi Marcos Tognon projeta para este um quadro enxuto, com 962 funcionários.